como era tudo dado foi à falencia.
inté
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
O ralo
Is exagerating the same as lying?
Coisa antiga que uma vez me ocorreu:
/The worst thing ever is when you think everything is perfect and you still feel depressed/
/The worst thing ever is when you want to kill yourself and you don't have the courage/
/The worst thing ever is thinking that you know what's the worst thing ever/
Para além disto ainda nao sei desenhar.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
A vida é bela

Não me apetece escrever nada porque estou aparentemente bem.
O aparentemente bem aqui traduz-se numa espera imensa.
Ou no fingir que estou bem.
Ou pensar, há seres humanos a morrer, com problemas obviamente maiores que os meus, por isso tenho de estar bem.
Optimismo desmesurado por comparação.
Afinal de contas escrevi qualquer coisa.
Don't hold your breath

This day is dead This day is dead Catch him by the tongue until he says: “I've wasted it...” If I could tell you, I would All I know is I thought I saw you come back for more It's like you said Just like you said I'll hold my breath for you instead But don't count on it. If I could catch you, I would If I could tell you, I would All I know is I thought I saw you come back for more
Don't Hold your breath - Calla
terça-feira, 22 de julho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Nem tudo tem um duplo sentido

em mais nenhum sitio passas por alguém com arrogancia tal.
em mais nenhum sitio as palavras são tão erradamente interpretadas.
em lado nenhum existe uma pessoa que te deveria conhecer melhor que ninguém.
que te deveria.
falar
não falar
desistir
às vezes o cansaço sobrepõe tudo o resto
doi-me a cabeça de te aturar.
custa-me dizer isto.
doi-me a cabeça de não perceberes nada do que te digo.
Será que não me sei explicar?
quinta-feira, 19 de junho de 2008
a profundidade mede-se em polegadas
pt1
fazes um blog para te afagar o ego.
fazes um blog porque pensas que tens algo para dizer.
fazes um blog para te distraires
para não fazeres outra coisa
para alguém ler
para tu leres
para ninguém ler
para poderes apagar o que escreves
para te arrependeres
fazes um blog porque achas que te ajuda
que te vais sentir minimamente melhor
é só um blog
um acto ridiculo
mas não há nada que não o seja
fazes um blog e tens necessidade de explicar porque o fizeste
não sabes porque
fazes um blog porque querias que a tua vida tivesse botões de edit
fazes um blog porque queres mostrar algo e tens vergonha
fazes um blog por todas as razões e mais algumas e nenhuma te serve de nada
vives por todas as razões e mais algumas e nenhuma te serve de nada
fazes um blog porque pensas que tens algo para dizer.
fazes um blog para te distraires
para não fazeres outra coisa
para alguém ler
para tu leres
para ninguém ler
para poderes apagar o que escreves
para te arrependeres
fazes um blog porque achas que te ajuda
que te vais sentir minimamente melhor
é só um blog
um acto ridiculo
mas não há nada que não o seja
fazes um blog e tens necessidade de explicar porque o fizeste
não sabes porque
fazes um blog porque querias que a tua vida tivesse botões de edit
fazes um blog porque queres mostrar algo e tens vergonha
fazes um blog por todas as razões e mais algumas e nenhuma te serve de nada
vives por todas as razões e mais algumas e nenhuma te serve de nada
sobre o pai de alguém
Ele chegava sempre do trabalho por volta desta hora.
Onze da noite.
Meia noite.
Uma da manhã.
A hora em que eu estava no computador.
Ouvia o carro.
Ouvia o portão a abrir.
O carro a ser estacionado.
A chave no portão.
Uma passagem pela minha porta aberta.
"Olá. Ainda ai?"
Num tom de reprovação despreocupada.
Num tom de gozo às vezes.
"Não fazes mais nada."
Passava o dia na escola.
Com os amigos.
A fazer o que seja.
Mas ele chegava sempre aquela hora.
"Não fazes mais nada."
Ele foi.
Diz que volta.
Às vezes passam carros neste rua quase deserta a noite.
Às vezes pareço ouvi-lo a chegar.
Às vezes sinto que deveria ter saudades.
Onze da noite.
Meia noite.
Uma da manhã.
A hora em que eu estava no computador.
Ouvia o carro.
Ouvia o portão a abrir.
O carro a ser estacionado.
A chave no portão.
Uma passagem pela minha porta aberta.
"Olá. Ainda ai?"
Num tom de reprovação despreocupada.
Num tom de gozo às vezes.
"Não fazes mais nada."
Passava o dia na escola.
Com os amigos.
A fazer o que seja.
Mas ele chegava sempre aquela hora.
"Não fazes mais nada."
Ele foi.
Diz que volta.
Às vezes passam carros neste rua quase deserta a noite.
Às vezes pareço ouvi-lo a chegar.
Às vezes sinto que deveria ter saudades.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Capitão Romance
quarta-feira, 28 de maio de 2008
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